sábado, 17 de novembro de 2018

A música está sempre presente!


Esta semana venho relembrar minha postagem de 2016 com o título Musicalidade na qual relatei os primeiros momentos nesta interdisiciplina e sua importância em nossa vida pessoal e profissional.
Continuo utilizando muito a música no desenvolver de meu trabalho na Educação Infantil, todos os projetos que desenvolvo sempre incluo a música, temos também aulas duas vezes por semana com o professor especializado no qual as crianças aprendem várias musicas, coreografias e utilizam instrumentos musicais.
Nas atividades com a minha turma de 2º ano do Ensino Fundamental também utilizo bastante a música, nas aulas de Educação Física, para a aprendizagem dos conteúdos e até mesmo criamos músicas. Agora, no estágio estamos desenvolvendo um projeto sobre Escravização e vimos muito a participação da música na cultura Afro-brasileira, muitas músicas eram utilizadas para eles se comunicarem (de forma escondida), para danças, jogos e lutas (Capoeira) e para expressar os momentos que viviam.
A música esta sempre presente em nossas vidas! Por prazer ou para grandes reflexões. Viva a música!

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Como está o novo Ensino Fundamental?


Nesta semana veio refletir sobre minha postagem de 2015, Novo Ensino Fundamental, na qual analisei as mudanças neste período da escola, trazendo as crianças de 6 anos para o Ensino Fundamental e a obrigatoriedade das crianças de 4 e 5 estarem matriculadas na Educação Infantil. Na época analisei com esperança de que estas crianças estando matriculadas e começando a alfabetização mais cedo teríamos melhoras na nossa qualidade de ensino, mas infelizmente não é isso que tenho visto na prática.
As crianças estão chegando no Ensino Fundamental cada vez mais imaturas, muitos sendo infantilizados pelas famílias e estas mesmas querendo que as crianças só "brinquem" no 1º ano, com número excessivo de faltas (por darem importância para escola). Claro que estes resultados não são reflexo somente desta nova legislação e sim de uma sociedade doente, na qual parece que estamos perdidos e quando nos colocam novos rumos percebemos que estes não interesse científico e técnico para melhorar o país e sim somente interesses políticos.
Atuo também na Educação Infantil e sobram vagas em muitas escolas nas turmas de Jardins enquanto milhares de crianças estão sem escolas. O que acontece é que muitas crianças não estão sendo matriculadas e ninguém da conta de relacionar estas ofertas com a demandas. Infelizmente muitas crianças de 4 e 5 anos chegaram no Ensino Fundamental sem frequentar a Educação Infantil, mesmo está sendo obrigatória. E a perspectiva que tinha de um reconhecimento melhor desta etapa da educação também passou longe de se concretizar. Continua, muitas vezes, sendo vista como um "cuida-se" sem valor algum para os aprendizados tão importantes desta etapa.
Percebo que no Brasil as questões de educação são tratadas muitas vezes como mercadoria e interesses, infelizmente muitos de nossos governantes não querem uma melhora concreta da nossa Educação.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

O brincar na escola


Nesta semana venho revisitar minha postagem "BRINCAR É COISA SÉRIA"  de 2016, na qual refletimos sobre a importância do brincar e suas diversas funções partindo dos conteúdos de Ludicidade.

Através desta interdisciplina, juntamente com muitas outras durante o curso, intensificamos e refletimos sobre a importância do brincar e suas potencialidades. Na minha escola Ensino Fundamental, temos dois momentos de Educação Física (recreação) durante a semana nos quais desenvolvo com eles momentos de brincadeiras dirigidas e livres que eles adoram. Este ano temos na escola uma Brinquedoteca, que também faz grande sucesso com a garotada.

Também tenho procurado trabalhar meus conteúdos através de jogos, de maneira que a aprendizagem torne-se mais lúdica e por consequência mais interessante. No meu estágio estamos trabalhando sobre escravização e dentro do projeto eu e pessoas convidadas trouxemos várias brincadeiras que nos ajudam a entender mais deste período de maneira concreta.